ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO POR PIAGET

ESTAGIOS DE DESENVOLVIMENTO SEGUNDO PIAGET



Segundo Piaget o desenvolvimento da criança ocorre por estágios, ocorrendo uma modificação progressiva dos esquemas de assimilação, propiciando diferentes maneiras do indivíduo interagir com o meio, ou seja, de organizar seus conhecimentos visando sua adaptação,
Os estágios evoluem como uma espiral, de modo que cada estágio engloba o anterior e o amplia. Piaget não define idades rígidas para os estágios, mas sim que estes se apresentam em uma seqüência constante.
1. Estágio sensorio-motor,

De 0 a 2 anos (mais ou menos):
A atividade intelectual da criança é de natureza sensorial e motora.
A principal característica desse período é a ausência da função semiótica, isto é, a criança não representa mentalmente os objetos. Sua ação é direta sobre eles. Essas atividades serão o fundamento da atividade intelectual futura.
A estimulação ambiental deve ser principalmente de natureza sensorial (visão, audição, tato, paladar, olfato) e motora (movimentos com o corpo). Os estímulos do ambiente interferirá na passagem de um estágio para o outro.
A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. A inteligência é prática. As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.

Exemplos:
O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.


2. Estágio pré-operacional,

De 2 a 6 anos (aproximadamente):
Algumas obras engloba o estágio pré-operacional como um subestágio do estágio de operações concretas. A criança desenvolve a capacidade simbólica; "já não depende unicamente de suas sensações, de seus movimentos, mas já distingue um significador(imagem, palavra ou símbolo) daquilo que ele significa(o objeto ausente), o significado". Para a educação é importante ressaltar o caráter lúdico do pensamento simbólico.
Este período caracteriza-se: pelo egocentrismo: isto é, a criança ainda não se mostra capaz de colocar-se na perspectiva do outro, o pensamento pré-operacional é estático e rígido, a criança capta estados momentâneos, sem juntá-los em um todo; pelo desequilíbrio: há uma predominância de acomodações e não das assimilações; pela irreversibilidade: a criança parece incapaz de compreender a existência de fenômenos reversíveis, isto é, que se fizermos certas transformações, somos capazes de restaurá-las, fazendo voltar ao estágio original, como por exemplo, a água que se transforma em gelo e aquecendo-se volta à forma original.

Também chamado de estágio da Inteligência Simbólica . Caracteriza-se, principalmente, pela interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior (sensório-motor).
A criança deste estágio:
É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro.
Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase dos "por quês").
Já pode agir por simulação, "como se".
Possui percepção global sem discriminar detalhes.
Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.
Exemplos:
Mostram-se para a criança, duas bolinhas de massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não relaciona as situações.

3. Estágio das operações concretas,

Dos 7 aos 12 anos (aproximadamente): a criança já possui uma organização mental integrada, os sistemas de ação reúnem-se em todos integrados. Piaget fala em operações de pensamento ao invés de ações. É capaz de ver a totalidade de diferentes ângulos. Conclui e consolida as conservações do número, da substância e do peso. Apesar de ainda trabalhar com objetos, (material concreto) agora representados, sua flexibilidade de pensamento permite um sem número de aprendizagens.

A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração.
desenvolve a capacidade de representar uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada (reversibilidade).

Exemplos:
despeja-se a água de dois copos em outros, de formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e é capaz de "refazer" a ação.





4. Estágio das operações formais,

Dos 13 anos em diante: ocorre o desenvolvimento das operações de raciocínio abstrato. A criança se liberta inteiramente do objeto concreto, inclusive o representado, operando agora com a forma (em contraposição a conteúdo), situando o real em um conjunto de transformações. A grande novidade do nível das operações formais é que o sujeito torna-se capaz de raciocinar corretamente sobre proposições em que não acredita, ou que ainda não acredita, que ainda considera puras hipóteses. É capaz de inferir as conseqüências. Tem início os processos de pensamento hipotético-dedutivos.

A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente buscando soluções a partir de hipóteses e não apenas pela observação da realidade.
Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todoas as classes de problemas.

Exemplos:
Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.

3º ano

MATERIAIS PARA 3 º ANO.

3º ano

A AFETIVIDADE NA SALA DE AULA

MANTENDO A DISCIPLINA NA CLASSE

Mantendo a Disciplina na Classe
O que significa Disciplina? É um treinamento que ajuda as crianças a obedecerem regras, desenvolvendo assim o seu autocontrole. Ela as prepara para serem aprendizes ou discípulos. O termo hebraico para disciplina ou treinamento usado com freqüência em Provérbios significa “estreitar ou cercar”. Disciplina é ensinar às crianças os limites do comportamento adequado e a prática dos mandamentos de Deus em sua vida. Mediante a disciplina, ajudamos meninos e meninas a aprenderem a sentar-se em silêncio e ouvirem atentamente; a sentirem e mostrarem respeito pelos pais e professores, e por Deus e a sua Palavra; a ficarem em fila a caminho do recreio e a esperarem a sua vez de tomar o lanche; a participarem harmoniosamente com outros nas músicas, artes e jogos. A disciplina ajuda as crianças a respeitarem outros e a apreciarem a ordem. Ela forma a mentalidade e o caráter, de modo que possam vir a tornar-se membros cooperativos e construtivos da sociedade; assim como seguidores dedicados e perseverantes de Cristo.
Deus, nosso Disciplinador Amoroso. Nosso exemplo de disciplina é o próprio Deus. Apesar de nos ver como somos, com todo o nosso pecado, Deus escolheu amar-nos. Ele não esperou até que atingíssemos aos seus padrões, mas tomou a iniciativa, tomando providencias para a nossa salvação (Romanos 5.8). Ele continua a amar-nos, com firmeza e imparcialidade, sem levar em conta a nossa condição. Ainda antes de sermos salvos, Ele nos atrai para si, mesmo. Uma vez que recebemos Jesus como Salvador, Deus começa a tratar conosco como um Pai amoroso, treinando – discipulando – para nos ajudar crescer, sempre com o nosso bem-estar em mente (Hebreus 12.7-11).
Suprindo as Necessidades com o Amor de Deus – A Base da Disciplina. Quando respondemos à disciplina de Deus, permitindo que supra as nossas necessidades, nos libertamos para satisfazer as necessidades de outros. Podemos prover melhor disciplina para outros quando estamos seguros no amor de Deus e buscando o controle de seu Espírito. Podemos então disciplinar a nós mesmos, a fim de preparar bem nossa lições e prover um ambiente ordeiro e estimulante para os outros. Um ambiente em que suas necessidades básicas, tais como aceitação, aprovação, segurança e sentimento de realização sejam satisfeitas. Peça a Deus para ajudar você a apreciar cada criança como ela é, não importa quão difícil ou indigna de amor. Mostre a cada uma a sua aceitação e aprovação de maneira observável. Trate cada criança com dignidade e bondade, como se dizendo: “Você é especial; gosto de Você”. Mostre a sua apreciação com um sorriso, algumas palavras amáveis, um carinho no ombro. Seja sempre cordial e positivo. Seja agradável, mas não permissivo. Você supre a necessidade de segurança e estabilidade do aluno provendo estatura, espere então obediência. Ajude as crianças a compreenderem que ao estabelecer e reforçar as regras, você está mostrando respeito por elas como pessoas. Ao obedecer as regras, as crianças estão mostrando respeito por si mesmas, umas pelas outras, por você e por Deus. Ore também pedindo sabedoria para satisfazer as necessidades de auto-estima dos alunos. Que atividades podem dar a eles oportunidades de participarem com sucesso? Inclua perguntas, jogos, artes, etc., que os faça sentir, “Eu posso fazer isso!” A seguir, reforce o sucesso aplaudindo livre, mas sinceramente, um trabalho bem feito – ou até uma tarefa que tenha sido tentada com entusiasmo.
Como lidar com os Problemas de Disciplina. Nunca permita que uma criança domine a classe. Se ela recusar-se absolutamente a colaborar, lide individualmente com a mesma. Permaneça calmo. Fale bondosamente. Mas, seja firme. Peça à criança que lhe diga o que fez e não porque fez. (Ela geralmente não saberá dizer-lhe o porquê). Se recusar responder, diga o que você viu. Deixe então que explique, se puder, porque tal comportamento não é a aceitável. Mostre a ela o comportamento que espera agora e no futuro.
A criança precisa às vezes sofrer as conseqüências de um ato. Por exemplo, se Célia derruba deliberadamente cola na mesa, pode ser bom para ela limpar a mesa. Em casos extremos você pode ter de tirar uma criança da classe. Peça sabedoria a Deus para equilibrar as necessidades da criança problemática com os melhores interesses das outras crianças em sua sala.
Princípios Práticos para Disciplinar a sua Classe como Deus quer.
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Descubra os seus alunos. As palavras em Provérbios 22.6 “No caminho em que deve andar”, significam literalmente, “Segundo o seu caminho” ou a sua “inclinação” – suas opiniões e talentos dados por Deus. Embora você deva conhecer as características básicas da faixa etária que ensina (veja estudo anterior “Características das Crianças”, deve também ver cada criança com um individuo único).
Interceda por elas (1 Jo 5.14-15). Ore a favor de cada criança pelo nome. Peça ao Espírito Santo que opere na vida das crianças, atraindo-as para si mesmo, primeiro para a salvação e depois para a maturidade em Cristo.
Estabeleça padrões positivos (Filipenses 3.12-14). Faça regras simples e em pequeno número, sempre baseadas em princípios bíblicos. Dê instruções cuidadosas. Deixe que os alunos saibam que a desobediência terá conseqüências. Seja cuidadoso com o castigo pelas infrações. Lembre-se, um professor deve sempre cumprir a sua palavra. Quando você cometer um erro, esteja disposto a admiti-lo.
Controle o ambiente de aprendizado (1 Coríntios 14.40) . Verifique se a sala de aula é atraente: decoração alegre, temperamento confortável, mobília arranjada de acordo com as atividades. Considere os arranjos das cadeiras em relação a prováveis problemas de disciplina. Fique atento as possibilidade de mudança de condições e faça os ajustes necessários.
Examine a sua própria vida quanto à disciplina (Salmo 139.1,23-24). Você está crescendo como cristão? Está aperfeiçoando as suas habilidades de ensino para que possa manter disciplina com confiança? Você é um bom modelo?
Planeje o seu tempo e lições cuidadosamente (2 Timóteo 2.15). Considere a seguinte equação: “Oração + preparo adequado + apresentação apropriada = o aluno – um problema de disciplina”. Fortalece o seu ensino com oração e estudo. Chegue cedo e verifique se todo o equipamento, recursos visuais e materiais a serem distribuídos estão prontos. Não permita que as aulas, sejam monótonas; planeje diversão e inclua surpresas ocasionais.
Ame as crianças e ouça o que elas dizem (João 13.1b). Olhe por baixo da superfície e aceite cada criança como é. Estabeleça o tom cumprimentando cada criança cordialmente. Ouça o que elas dizem e como dizem; à medida que aprender como a criança se sente, poderá descobrir a razão para seus atos. Nunca envergonhe uma criança. Sempre que possível, responda positivamente aos comentários das crianças, usando até os irrelevantes de maneira criativa para voltar à lição. Ofereça palavras de encorajamento a cada criança.
Envolva cada aluno (Tiago 1.22). Planeje atividades que exijam participação. Seja sensível às personalidades e capacidades individuais. Nunca exponha a criança ao ridículo. Peça sabedoria a Deus para lidar com algumas que constantemente querem se exibir e com outros que se recusam a colaborar.
Nunca perca o autocontrole. Você não vai controle sobre a classe se perder a calma (Provérbios 14.17-29/ 15.1-18/ 16.32). Não permita que as surpresas o empolguem demais. Seja calmo, porém entusiasta – controlado pelo Espírito. O entusiasmo é contagioso e da vida a uma aula.
Evangelize e eduque (Mateus 18.14/28.20; Provérbios 22.6). Leve as crianças ao Senhor. Depois ensine a elas a Palavra para que seu caráter se aperfeiçoe.

VONTE BLOG TIA VALERIA

ENVOLVENDO ADOLESCENTES COM O TRABALHO COM AS CRIANÇASNÇAS

Envolvendo Adolescentes e Jovens no trabalho com Crianças
● Perfil do Adolescente -
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● Perfil do Jovem -
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Motivação:
“A mente humana, até onde a conhecemos, é uma força que funciona ativada por motivações. Um relógio pode bater as horas junto a um ouvido; um objeto pode lançar sua imagem dentro de um campo visual. Mas a mente desatenta não ouvirá nem verá nada” Autor - Jonh Milton Gregory
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Um dos maiores problemas que vejo em relação aos jovens e adolescentes nas nossas igreja é a motivação ou falta dela.
Algum tempo atrás incomodada com a falta de compromisso de algum adolescente de minha igreja surgiu uma idéia: "Por que não motivar este adolescente a alcançar para Jesus outros da mesma idade e traze-los para igreja?". Pois bem, assim fizemos – O 1º Evangelismo de Impacto no ano de 2004 e foi algo maravilhoso; porque eles perceberam que eram muito útil para obras de Deus e a transformação foi quase que instantânea, pois para que eles possam participar dos projetos Evangelismo de Impacto, Projeto Consolar, Igreja que Vai é fundamental que tenham suas vidas separadas para Deus...
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Adolescente e Jovens que não tem participação na igreja e nem motivação para buscar a Deus até para si mesmo... É simplesmente porque não há motivação correta dos líderes.
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Quando pensamos em envolver jovens e adolescentes no ministério com crianças, não tenha a ilusão que todos irão comprar sua idéia, mas lembre-se que temos que motivá-los corretamente!

Níveis de Motivação

A motivação se dá em dois níveis. O primeiro é o externo é o segundo é o interno.
Ambos os níveis são importantes, mas o que fará diferença é a motivação interior que vai ser desenvolvida a partir da exterior.

Motivar é um Desafio

Motivar: Expor os motivos, ou explicar as razões de; fundamentar.

Motivo: Que move ou serve para mover; movente. Fator de impulso.

Motivação: Ato de motivar. Espécie de energia psicológica ou tensão que põe em movimento o organismo humano.

FONTE BLOG TIA VALERIA

PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA

Plano de Aula para Escola Bíblica
Professor(a): _____________________________________________
Turma: ___________________________ Data: _____/______/_____

Rotina:
Entrada – Crachá (é importante saber o nome dos alunos), conversa amigável, o bom professor se interessa pelo alunos.
Escolha dos ajudantes (Crachá especial ou boné) tarefas: arrumar a sala; cadeiras; cestas; limpar o chão.

Rodinha:
Louvor – a escolha das crianças - louvor mais ativo com gestos
Ofertas – incentivar as crianças a ofertarem
Oração – pelos professores, alunos, familiares e a lição do dia, caixinha de pedido de oração

Banheiros e lanches:
Crianças menores: trenzinho
Crianças maiores: 4 meninos depois 4 meninas

Nome da Lição:
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Texto Base Bíblica:
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Versículo para Memorizar:
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Objetivos da Lição:
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Saber:
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Sentir:
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Agir:
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Motivação para a Lição:
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Esboço da História:
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(Introdução)_______________________________________________

(Andamento) ______________________________________________
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(Clímax) __________________________________________________
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(Conclusão) _______________________________________________
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Oração:

Memorização do versículo
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Recursos visuais que vão utilizar na lição e versículo:
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Fixação da lição (trabalho manual):
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Dramatização:
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RETIRADO DO BLOG TIA VALERIA
http://tiavalerianaescolabiblica.blogspot.com/2008/09/plano-de-aula-para-escola-bblica.html

Bons negócios

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