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domingo, 5 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Vídeo para o Culto de Missões - África
GENTE ESTE VÍDEO JÁ O TRABALHEI NA ESCOLA E FOI MUITO BOM.....
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO POR PIAGET
ESTAGIOS DE DESENVOLVIMENTO SEGUNDO PIAGET
Segundo Piaget o desenvolvimento da criança ocorre por estágios, ocorrendo uma modificação progressiva dos esquemas de assimilação, propiciando diferentes maneiras do indivíduo interagir com o meio, ou seja, de organizar seus conhecimentos visando sua adaptação,
Os estágios evoluem como uma espiral, de modo que cada estágio engloba o anterior e o amplia. Piaget não define idades rígidas para os estágios, mas sim que estes se apresentam em uma seqüência constante.
1. Estágio sensorio-motor,
De 0 a 2 anos (mais ou menos):
A atividade intelectual da criança é de natureza sensorial e motora.
A principal característica desse período é a ausência da função semiótica, isto é, a criança não representa mentalmente os objetos. Sua ação é direta sobre eles. Essas atividades serão o fundamento da atividade intelectual futura.
A estimulação ambiental deve ser principalmente de natureza sensorial (visão, audição, tato, paladar, olfato) e motora (movimentos com o corpo). Os estímulos do ambiente interferirá na passagem de um estágio para o outro.
A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. A inteligência é prática. As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.
Exemplos:
O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.
2. Estágio pré-operacional,
De 2 a 6 anos (aproximadamente):
Algumas obras engloba o estágio pré-operacional como um subestágio do estágio de operações concretas. A criança desenvolve a capacidade simbólica; "já não depende unicamente de suas sensações, de seus movimentos, mas já distingue um significador(imagem, palavra ou símbolo) daquilo que ele significa(o objeto ausente), o significado". Para a educação é importante ressaltar o caráter lúdico do pensamento simbólico.
Este período caracteriza-se: pelo egocentrismo: isto é, a criança ainda não se mostra capaz de colocar-se na perspectiva do outro, o pensamento pré-operacional é estático e rígido, a criança capta estados momentâneos, sem juntá-los em um todo; pelo desequilíbrio: há uma predominância de acomodações e não das assimilações; pela irreversibilidade: a criança parece incapaz de compreender a existência de fenômenos reversíveis, isto é, que se fizermos certas transformações, somos capazes de restaurá-las, fazendo voltar ao estágio original, como por exemplo, a água que se transforma em gelo e aquecendo-se volta à forma original.
Também chamado de estágio da Inteligência Simbólica . Caracteriza-se, principalmente, pela interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior (sensório-motor).
A criança deste estágio:
É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro.
Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase dos "por quês").
Já pode agir por simulação, "como se".
Possui percepção global sem discriminar detalhes.
Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.
Exemplos:
Mostram-se para a criança, duas bolinhas de massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não relaciona as situações.
3. Estágio das operações concretas,
Dos 7 aos 12 anos (aproximadamente): a criança já possui uma organização mental integrada, os sistemas de ação reúnem-se em todos integrados. Piaget fala em operações de pensamento ao invés de ações. É capaz de ver a totalidade de diferentes ângulos. Conclui e consolida as conservações do número, da substância e do peso. Apesar de ainda trabalhar com objetos, (material concreto) agora representados, sua flexibilidade de pensamento permite um sem número de aprendizagens.
A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração.
desenvolve a capacidade de representar uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada (reversibilidade).
Exemplos:
despeja-se a água de dois copos em outros, de formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e é capaz de "refazer" a ação.
4. Estágio das operações formais,
Dos 13 anos em diante: ocorre o desenvolvimento das operações de raciocínio abstrato. A criança se liberta inteiramente do objeto concreto, inclusive o representado, operando agora com a forma (em contraposição a conteúdo), situando o real em um conjunto de transformações. A grande novidade do nível das operações formais é que o sujeito torna-se capaz de raciocinar corretamente sobre proposições em que não acredita, ou que ainda não acredita, que ainda considera puras hipóteses. É capaz de inferir as conseqüências. Tem início os processos de pensamento hipotético-dedutivos.
A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente buscando soluções a partir de hipóteses e não apenas pela observação da realidade.
Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todoas as classes de problemas.
Exemplos:
Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.
Segundo Piaget o desenvolvimento da criança ocorre por estágios, ocorrendo uma modificação progressiva dos esquemas de assimilação, propiciando diferentes maneiras do indivíduo interagir com o meio, ou seja, de organizar seus conhecimentos visando sua adaptação,
Os estágios evoluem como uma espiral, de modo que cada estágio engloba o anterior e o amplia. Piaget não define idades rígidas para os estágios, mas sim que estes se apresentam em uma seqüência constante.
1. Estágio sensorio-motor,
De 0 a 2 anos (mais ou menos):
A atividade intelectual da criança é de natureza sensorial e motora.
A principal característica desse período é a ausência da função semiótica, isto é, a criança não representa mentalmente os objetos. Sua ação é direta sobre eles. Essas atividades serão o fundamento da atividade intelectual futura.
A estimulação ambiental deve ser principalmente de natureza sensorial (visão, audição, tato, paladar, olfato) e motora (movimentos com o corpo). Os estímulos do ambiente interferirá na passagem de um estágio para o outro.
A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. A inteligência é prática. As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.
Exemplos:
O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.
2. Estágio pré-operacional,
De 2 a 6 anos (aproximadamente):
Algumas obras engloba o estágio pré-operacional como um subestágio do estágio de operações concretas. A criança desenvolve a capacidade simbólica; "já não depende unicamente de suas sensações, de seus movimentos, mas já distingue um significador(imagem, palavra ou símbolo) daquilo que ele significa(o objeto ausente), o significado". Para a educação é importante ressaltar o caráter lúdico do pensamento simbólico.
Este período caracteriza-se: pelo egocentrismo: isto é, a criança ainda não se mostra capaz de colocar-se na perspectiva do outro, o pensamento pré-operacional é estático e rígido, a criança capta estados momentâneos, sem juntá-los em um todo; pelo desequilíbrio: há uma predominância de acomodações e não das assimilações; pela irreversibilidade: a criança parece incapaz de compreender a existência de fenômenos reversíveis, isto é, que se fizermos certas transformações, somos capazes de restaurá-las, fazendo voltar ao estágio original, como por exemplo, a água que se transforma em gelo e aquecendo-se volta à forma original.
Também chamado de estágio da Inteligência Simbólica . Caracteriza-se, principalmente, pela interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior (sensório-motor).
A criança deste estágio:
É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro.
Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase dos "por quês").
Já pode agir por simulação, "como se".
Possui percepção global sem discriminar detalhes.
Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.
Exemplos:
Mostram-se para a criança, duas bolinhas de massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não relaciona as situações.
3. Estágio das operações concretas,
Dos 7 aos 12 anos (aproximadamente): a criança já possui uma organização mental integrada, os sistemas de ação reúnem-se em todos integrados. Piaget fala em operações de pensamento ao invés de ações. É capaz de ver a totalidade de diferentes ângulos. Conclui e consolida as conservações do número, da substância e do peso. Apesar de ainda trabalhar com objetos, (material concreto) agora representados, sua flexibilidade de pensamento permite um sem número de aprendizagens.
A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração.
desenvolve a capacidade de representar uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada (reversibilidade).
Exemplos:
despeja-se a água de dois copos em outros, de formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e é capaz de "refazer" a ação.
4. Estágio das operações formais,
Dos 13 anos em diante: ocorre o desenvolvimento das operações de raciocínio abstrato. A criança se liberta inteiramente do objeto concreto, inclusive o representado, operando agora com a forma (em contraposição a conteúdo), situando o real em um conjunto de transformações. A grande novidade do nível das operações formais é que o sujeito torna-se capaz de raciocinar corretamente sobre proposições em que não acredita, ou que ainda não acredita, que ainda considera puras hipóteses. É capaz de inferir as conseqüências. Tem início os processos de pensamento hipotético-dedutivos.
A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente buscando soluções a partir de hipóteses e não apenas pela observação da realidade.
Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todoas as classes de problemas.
Exemplos:
Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.
MANTENDO A DISCIPLINA NA CLASSE
Mantendo a Disciplina na Classe
O que significa Disciplina? É um treinamento que ajuda as crianças a obedecerem regras, desenvolvendo assim o seu autocontrole. Ela as prepara para serem aprendizes ou discípulos. O termo hebraico para disciplina ou treinamento usado com freqüência em Provérbios significa “estreitar ou cercar”. Disciplina é ensinar às crianças os limites do comportamento adequado e a prática dos mandamentos de Deus em sua vida. Mediante a disciplina, ajudamos meninos e meninas a aprenderem a sentar-se em silêncio e ouvirem atentamente; a sentirem e mostrarem respeito pelos pais e professores, e por Deus e a sua Palavra; a ficarem em fila a caminho do recreio e a esperarem a sua vez de tomar o lanche; a participarem harmoniosamente com outros nas músicas, artes e jogos. A disciplina ajuda as crianças a respeitarem outros e a apreciarem a ordem. Ela forma a mentalidade e o caráter, de modo que possam vir a tornar-se membros cooperativos e construtivos da sociedade; assim como seguidores dedicados e perseverantes de Cristo.
Deus, nosso Disciplinador Amoroso. Nosso exemplo de disciplina é o próprio Deus. Apesar de nos ver como somos, com todo o nosso pecado, Deus escolheu amar-nos. Ele não esperou até que atingíssemos aos seus padrões, mas tomou a iniciativa, tomando providencias para a nossa salvação (Romanos 5.8). Ele continua a amar-nos, com firmeza e imparcialidade, sem levar em conta a nossa condição. Ainda antes de sermos salvos, Ele nos atrai para si, mesmo. Uma vez que recebemos Jesus como Salvador, Deus começa a tratar conosco como um Pai amoroso, treinando – discipulando – para nos ajudar crescer, sempre com o nosso bem-estar em mente (Hebreus 12.7-11).
Suprindo as Necessidades com o Amor de Deus – A Base da Disciplina. Quando respondemos à disciplina de Deus, permitindo que supra as nossas necessidades, nos libertamos para satisfazer as necessidades de outros. Podemos prover melhor disciplina para outros quando estamos seguros no amor de Deus e buscando o controle de seu Espírito. Podemos então disciplinar a nós mesmos, a fim de preparar bem nossa lições e prover um ambiente ordeiro e estimulante para os outros. Um ambiente em que suas necessidades básicas, tais como aceitação, aprovação, segurança e sentimento de realização sejam satisfeitas. Peça a Deus para ajudar você a apreciar cada criança como ela é, não importa quão difícil ou indigna de amor. Mostre a cada uma a sua aceitação e aprovação de maneira observável. Trate cada criança com dignidade e bondade, como se dizendo: “Você é especial; gosto de Você”. Mostre a sua apreciação com um sorriso, algumas palavras amáveis, um carinho no ombro. Seja sempre cordial e positivo. Seja agradável, mas não permissivo. Você supre a necessidade de segurança e estabilidade do aluno provendo estatura, espere então obediência. Ajude as crianças a compreenderem que ao estabelecer e reforçar as regras, você está mostrando respeito por elas como pessoas. Ao obedecer as regras, as crianças estão mostrando respeito por si mesmas, umas pelas outras, por você e por Deus. Ore também pedindo sabedoria para satisfazer as necessidades de auto-estima dos alunos. Que atividades podem dar a eles oportunidades de participarem com sucesso? Inclua perguntas, jogos, artes, etc., que os faça sentir, “Eu posso fazer isso!” A seguir, reforce o sucesso aplaudindo livre, mas sinceramente, um trabalho bem feito – ou até uma tarefa que tenha sido tentada com entusiasmo.
Como lidar com os Problemas de Disciplina. Nunca permita que uma criança domine a classe. Se ela recusar-se absolutamente a colaborar, lide individualmente com a mesma. Permaneça calmo. Fale bondosamente. Mas, seja firme. Peça à criança que lhe diga o que fez e não porque fez. (Ela geralmente não saberá dizer-lhe o porquê). Se recusar responder, diga o que você viu. Deixe então que explique, se puder, porque tal comportamento não é a aceitável. Mostre a ela o comportamento que espera agora e no futuro.
A criança precisa às vezes sofrer as conseqüências de um ato. Por exemplo, se Célia derruba deliberadamente cola na mesa, pode ser bom para ela limpar a mesa. Em casos extremos você pode ter de tirar uma criança da classe. Peça sabedoria a Deus para equilibrar as necessidades da criança problemática com os melhores interesses das outras crianças em sua sala.
Princípios Práticos para Disciplinar a sua Classe como Deus quer.
.
Descubra os seus alunos. As palavras em Provérbios 22.6 “No caminho em que deve andar”, significam literalmente, “Segundo o seu caminho” ou a sua “inclinação” – suas opiniões e talentos dados por Deus. Embora você deva conhecer as características básicas da faixa etária que ensina (veja estudo anterior “Características das Crianças”, deve também ver cada criança com um individuo único).
Interceda por elas (1 Jo 5.14-15). Ore a favor de cada criança pelo nome. Peça ao Espírito Santo que opere na vida das crianças, atraindo-as para si mesmo, primeiro para a salvação e depois para a maturidade em Cristo.
Estabeleça padrões positivos (Filipenses 3.12-14). Faça regras simples e em pequeno número, sempre baseadas em princípios bíblicos. Dê instruções cuidadosas. Deixe que os alunos saibam que a desobediência terá conseqüências. Seja cuidadoso com o castigo pelas infrações. Lembre-se, um professor deve sempre cumprir a sua palavra. Quando você cometer um erro, esteja disposto a admiti-lo.
Controle o ambiente de aprendizado (1 Coríntios 14.40) . Verifique se a sala de aula é atraente: decoração alegre, temperamento confortável, mobília arranjada de acordo com as atividades. Considere os arranjos das cadeiras em relação a prováveis problemas de disciplina. Fique atento as possibilidade de mudança de condições e faça os ajustes necessários.
Examine a sua própria vida quanto à disciplina (Salmo 139.1,23-24). Você está crescendo como cristão? Está aperfeiçoando as suas habilidades de ensino para que possa manter disciplina com confiança? Você é um bom modelo?
Planeje o seu tempo e lições cuidadosamente (2 Timóteo 2.15). Considere a seguinte equação: “Oração + preparo adequado + apresentação apropriada = o aluno – um problema de disciplina”. Fortalece o seu ensino com oração e estudo. Chegue cedo e verifique se todo o equipamento, recursos visuais e materiais a serem distribuídos estão prontos. Não permita que as aulas, sejam monótonas; planeje diversão e inclua surpresas ocasionais.
Ame as crianças e ouça o que elas dizem (João 13.1b). Olhe por baixo da superfície e aceite cada criança como é. Estabeleça o tom cumprimentando cada criança cordialmente. Ouça o que elas dizem e como dizem; à medida que aprender como a criança se sente, poderá descobrir a razão para seus atos. Nunca envergonhe uma criança. Sempre que possível, responda positivamente aos comentários das crianças, usando até os irrelevantes de maneira criativa para voltar à lição. Ofereça palavras de encorajamento a cada criança.
Envolva cada aluno (Tiago 1.22). Planeje atividades que exijam participação. Seja sensível às personalidades e capacidades individuais. Nunca exponha a criança ao ridículo. Peça sabedoria a Deus para lidar com algumas que constantemente querem se exibir e com outros que se recusam a colaborar.
Nunca perca o autocontrole. Você não vai controle sobre a classe se perder a calma (Provérbios 14.17-29/ 15.1-18/ 16.32). Não permita que as surpresas o empolguem demais. Seja calmo, porém entusiasta – controlado pelo Espírito. O entusiasmo é contagioso e da vida a uma aula.
Evangelize e eduque (Mateus 18.14/28.20; Provérbios 22.6). Leve as crianças ao Senhor. Depois ensine a elas a Palavra para que seu caráter se aperfeiçoe.
VONTE BLOG TIA VALERIA
O que significa Disciplina? É um treinamento que ajuda as crianças a obedecerem regras, desenvolvendo assim o seu autocontrole. Ela as prepara para serem aprendizes ou discípulos. O termo hebraico para disciplina ou treinamento usado com freqüência em Provérbios significa “estreitar ou cercar”. Disciplina é ensinar às crianças os limites do comportamento adequado e a prática dos mandamentos de Deus em sua vida. Mediante a disciplina, ajudamos meninos e meninas a aprenderem a sentar-se em silêncio e ouvirem atentamente; a sentirem e mostrarem respeito pelos pais e professores, e por Deus e a sua Palavra; a ficarem em fila a caminho do recreio e a esperarem a sua vez de tomar o lanche; a participarem harmoniosamente com outros nas músicas, artes e jogos. A disciplina ajuda as crianças a respeitarem outros e a apreciarem a ordem. Ela forma a mentalidade e o caráter, de modo que possam vir a tornar-se membros cooperativos e construtivos da sociedade; assim como seguidores dedicados e perseverantes de Cristo.
Deus, nosso Disciplinador Amoroso. Nosso exemplo de disciplina é o próprio Deus. Apesar de nos ver como somos, com todo o nosso pecado, Deus escolheu amar-nos. Ele não esperou até que atingíssemos aos seus padrões, mas tomou a iniciativa, tomando providencias para a nossa salvação (Romanos 5.8). Ele continua a amar-nos, com firmeza e imparcialidade, sem levar em conta a nossa condição. Ainda antes de sermos salvos, Ele nos atrai para si, mesmo. Uma vez que recebemos Jesus como Salvador, Deus começa a tratar conosco como um Pai amoroso, treinando – discipulando – para nos ajudar crescer, sempre com o nosso bem-estar em mente (Hebreus 12.7-11).
Suprindo as Necessidades com o Amor de Deus – A Base da Disciplina. Quando respondemos à disciplina de Deus, permitindo que supra as nossas necessidades, nos libertamos para satisfazer as necessidades de outros. Podemos prover melhor disciplina para outros quando estamos seguros no amor de Deus e buscando o controle de seu Espírito. Podemos então disciplinar a nós mesmos, a fim de preparar bem nossa lições e prover um ambiente ordeiro e estimulante para os outros. Um ambiente em que suas necessidades básicas, tais como aceitação, aprovação, segurança e sentimento de realização sejam satisfeitas. Peça a Deus para ajudar você a apreciar cada criança como ela é, não importa quão difícil ou indigna de amor. Mostre a cada uma a sua aceitação e aprovação de maneira observável. Trate cada criança com dignidade e bondade, como se dizendo: “Você é especial; gosto de Você”. Mostre a sua apreciação com um sorriso, algumas palavras amáveis, um carinho no ombro. Seja sempre cordial e positivo. Seja agradável, mas não permissivo. Você supre a necessidade de segurança e estabilidade do aluno provendo estatura, espere então obediência. Ajude as crianças a compreenderem que ao estabelecer e reforçar as regras, você está mostrando respeito por elas como pessoas. Ao obedecer as regras, as crianças estão mostrando respeito por si mesmas, umas pelas outras, por você e por Deus. Ore também pedindo sabedoria para satisfazer as necessidades de auto-estima dos alunos. Que atividades podem dar a eles oportunidades de participarem com sucesso? Inclua perguntas, jogos, artes, etc., que os faça sentir, “Eu posso fazer isso!” A seguir, reforce o sucesso aplaudindo livre, mas sinceramente, um trabalho bem feito – ou até uma tarefa que tenha sido tentada com entusiasmo.
Como lidar com os Problemas de Disciplina. Nunca permita que uma criança domine a classe. Se ela recusar-se absolutamente a colaborar, lide individualmente com a mesma. Permaneça calmo. Fale bondosamente. Mas, seja firme. Peça à criança que lhe diga o que fez e não porque fez. (Ela geralmente não saberá dizer-lhe o porquê). Se recusar responder, diga o que você viu. Deixe então que explique, se puder, porque tal comportamento não é a aceitável. Mostre a ela o comportamento que espera agora e no futuro.
A criança precisa às vezes sofrer as conseqüências de um ato. Por exemplo, se Célia derruba deliberadamente cola na mesa, pode ser bom para ela limpar a mesa. Em casos extremos você pode ter de tirar uma criança da classe. Peça sabedoria a Deus para equilibrar as necessidades da criança problemática com os melhores interesses das outras crianças em sua sala.
Princípios Práticos para Disciplinar a sua Classe como Deus quer.
.
Descubra os seus alunos. As palavras em Provérbios 22.6 “No caminho em que deve andar”, significam literalmente, “Segundo o seu caminho” ou a sua “inclinação” – suas opiniões e talentos dados por Deus. Embora você deva conhecer as características básicas da faixa etária que ensina (veja estudo anterior “Características das Crianças”, deve também ver cada criança com um individuo único).
Interceda por elas (1 Jo 5.14-15). Ore a favor de cada criança pelo nome. Peça ao Espírito Santo que opere na vida das crianças, atraindo-as para si mesmo, primeiro para a salvação e depois para a maturidade em Cristo.
Estabeleça padrões positivos (Filipenses 3.12-14). Faça regras simples e em pequeno número, sempre baseadas em princípios bíblicos. Dê instruções cuidadosas. Deixe que os alunos saibam que a desobediência terá conseqüências. Seja cuidadoso com o castigo pelas infrações. Lembre-se, um professor deve sempre cumprir a sua palavra. Quando você cometer um erro, esteja disposto a admiti-lo.
Controle o ambiente de aprendizado (1 Coríntios 14.40) . Verifique se a sala de aula é atraente: decoração alegre, temperamento confortável, mobília arranjada de acordo com as atividades. Considere os arranjos das cadeiras em relação a prováveis problemas de disciplina. Fique atento as possibilidade de mudança de condições e faça os ajustes necessários.
Examine a sua própria vida quanto à disciplina (Salmo 139.1,23-24). Você está crescendo como cristão? Está aperfeiçoando as suas habilidades de ensino para que possa manter disciplina com confiança? Você é um bom modelo?
Planeje o seu tempo e lições cuidadosamente (2 Timóteo 2.15). Considere a seguinte equação: “Oração + preparo adequado + apresentação apropriada = o aluno – um problema de disciplina”. Fortalece o seu ensino com oração e estudo. Chegue cedo e verifique se todo o equipamento, recursos visuais e materiais a serem distribuídos estão prontos. Não permita que as aulas, sejam monótonas; planeje diversão e inclua surpresas ocasionais.
Ame as crianças e ouça o que elas dizem (João 13.1b). Olhe por baixo da superfície e aceite cada criança como é. Estabeleça o tom cumprimentando cada criança cordialmente. Ouça o que elas dizem e como dizem; à medida que aprender como a criança se sente, poderá descobrir a razão para seus atos. Nunca envergonhe uma criança. Sempre que possível, responda positivamente aos comentários das crianças, usando até os irrelevantes de maneira criativa para voltar à lição. Ofereça palavras de encorajamento a cada criança.
Envolva cada aluno (Tiago 1.22). Planeje atividades que exijam participação. Seja sensível às personalidades e capacidades individuais. Nunca exponha a criança ao ridículo. Peça sabedoria a Deus para lidar com algumas que constantemente querem se exibir e com outros que se recusam a colaborar.
Nunca perca o autocontrole. Você não vai controle sobre a classe se perder a calma (Provérbios 14.17-29/ 15.1-18/ 16.32). Não permita que as surpresas o empolguem demais. Seja calmo, porém entusiasta – controlado pelo Espírito. O entusiasmo é contagioso e da vida a uma aula.
Evangelize e eduque (Mateus 18.14/28.20; Provérbios 22.6). Leve as crianças ao Senhor. Depois ensine a elas a Palavra para que seu caráter se aperfeiçoe.
VONTE BLOG TIA VALERIA
ENVOLVENDO ADOLESCENTES COM O TRABALHO COM AS CRIANÇASNÇAS
Envolvendo Adolescentes e Jovens no trabalho com Crianças
● Perfil do Adolescente -
.
● Perfil do Jovem -
.
Motivação:
“A mente humana, até onde a conhecemos, é uma força que funciona ativada por motivações. Um relógio pode bater as horas junto a um ouvido; um objeto pode lançar sua imagem dentro de um campo visual. Mas a mente desatenta não ouvirá nem verá nada” Autor - Jonh Milton Gregory
.
Um dos maiores problemas que vejo em relação aos jovens e adolescentes nas nossas igreja é a motivação ou falta dela.
Algum tempo atrás incomodada com a falta de compromisso de algum adolescente de minha igreja surgiu uma idéia: "Por que não motivar este adolescente a alcançar para Jesus outros da mesma idade e traze-los para igreja?". Pois bem, assim fizemos – O 1º Evangelismo de Impacto no ano de 2004 e foi algo maravilhoso; porque eles perceberam que eram muito útil para obras de Deus e a transformação foi quase que instantânea, pois para que eles possam participar dos projetos Evangelismo de Impacto, Projeto Consolar, Igreja que Vai é fundamental que tenham suas vidas separadas para Deus...
.
Adolescente e Jovens que não tem participação na igreja e nem motivação para buscar a Deus até para si mesmo... É simplesmente porque não há motivação correta dos líderes.
.
Quando pensamos em envolver jovens e adolescentes no ministério com crianças, não tenha a ilusão que todos irão comprar sua idéia, mas lembre-se que temos que motivá-los corretamente!
Níveis de Motivação
A motivação se dá em dois níveis. O primeiro é o externo é o segundo é o interno.
Ambos os níveis são importantes, mas o que fará diferença é a motivação interior que vai ser desenvolvida a partir da exterior.
Motivar é um Desafio
Motivar: Expor os motivos, ou explicar as razões de; fundamentar.
Motivo: Que move ou serve para mover; movente. Fator de impulso.
Motivação: Ato de motivar. Espécie de energia psicológica ou tensão que põe em movimento o organismo humano.
FONTE BLOG TIA VALERIA
● Perfil do Adolescente -
.
● Perfil do Jovem -
.
Motivação:
“A mente humana, até onde a conhecemos, é uma força que funciona ativada por motivações. Um relógio pode bater as horas junto a um ouvido; um objeto pode lançar sua imagem dentro de um campo visual. Mas a mente desatenta não ouvirá nem verá nada” Autor - Jonh Milton Gregory
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Um dos maiores problemas que vejo em relação aos jovens e adolescentes nas nossas igreja é a motivação ou falta dela.
Algum tempo atrás incomodada com a falta de compromisso de algum adolescente de minha igreja surgiu uma idéia: "Por que não motivar este adolescente a alcançar para Jesus outros da mesma idade e traze-los para igreja?". Pois bem, assim fizemos – O 1º Evangelismo de Impacto no ano de 2004 e foi algo maravilhoso; porque eles perceberam que eram muito útil para obras de Deus e a transformação foi quase que instantânea, pois para que eles possam participar dos projetos Evangelismo de Impacto, Projeto Consolar, Igreja que Vai é fundamental que tenham suas vidas separadas para Deus...
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Adolescente e Jovens que não tem participação na igreja e nem motivação para buscar a Deus até para si mesmo... É simplesmente porque não há motivação correta dos líderes.
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Quando pensamos em envolver jovens e adolescentes no ministério com crianças, não tenha a ilusão que todos irão comprar sua idéia, mas lembre-se que temos que motivá-los corretamente!
Níveis de Motivação
A motivação se dá em dois níveis. O primeiro é o externo é o segundo é o interno.
Ambos os níveis são importantes, mas o que fará diferença é a motivação interior que vai ser desenvolvida a partir da exterior.
Motivar é um Desafio
Motivar: Expor os motivos, ou explicar as razões de; fundamentar.
Motivo: Que move ou serve para mover; movente. Fator de impulso.
Motivação: Ato de motivar. Espécie de energia psicológica ou tensão que põe em movimento o organismo humano.
FONTE BLOG TIA VALERIA
PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA
Plano de Aula para Escola Bíblica
Professor(a): _____________________________________________
Turma: ___________________________ Data: _____/______/_____
Rotina:
Entrada – Crachá (é importante saber o nome dos alunos), conversa amigável, o bom professor se interessa pelo alunos.
Escolha dos ajudantes (Crachá especial ou boné) tarefas: arrumar a sala; cadeiras; cestas; limpar o chão.
Rodinha:
Louvor – a escolha das crianças - louvor mais ativo com gestos
Ofertas – incentivar as crianças a ofertarem
Oração – pelos professores, alunos, familiares e a lição do dia, caixinha de pedido de oração
Banheiros e lanches:
Crianças menores: trenzinho
Crianças maiores: 4 meninos depois 4 meninas
Nome da Lição:
_________________________________________________________
Texto Base Bíblica:
_________________________________________________________
Versículo para Memorizar:
_________________________________________________________
Objetivos da Lição:
.
Saber:
_________________________________________________________
Sentir:
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
Agir:
_________________________________________________________
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Motivação para a Lição:
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Esboço da História:
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(Introdução)_______________________________________________
(Andamento) ______________________________________________
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(Clímax) __________________________________________________
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(Conclusão) _______________________________________________
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_________________________________________________________
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Oração:
Memorização do versículo
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Recursos visuais que vão utilizar na lição e versículo:
_________________________________________________________
Fixação da lição (trabalho manual):
_________________________________________________________
Dramatização:
_________________________________________________________
RETIRADO DO BLOG TIA VALERIA
http://tiavalerianaescolabiblica.blogspot.com/2008/09/plano-de-aula-para-escola-bblica.html
Professor(a): _____________________________________________
Turma: ___________________________ Data: _____/______/_____
Rotina:
Entrada – Crachá (é importante saber o nome dos alunos), conversa amigável, o bom professor se interessa pelo alunos.
Escolha dos ajudantes (Crachá especial ou boné) tarefas: arrumar a sala; cadeiras; cestas; limpar o chão.
Rodinha:
Louvor – a escolha das crianças - louvor mais ativo com gestos
Ofertas – incentivar as crianças a ofertarem
Oração – pelos professores, alunos, familiares e a lição do dia, caixinha de pedido de oração
Banheiros e lanches:
Crianças menores: trenzinho
Crianças maiores: 4 meninos depois 4 meninas
Nome da Lição:
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Texto Base Bíblica:
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Versículo para Memorizar:
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Objetivos da Lição:
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Saber:
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Sentir:
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Agir:
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Motivação para a Lição:
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Esboço da História:
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(Introdução)_______________________________________________
(Andamento) ______________________________________________
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(Clímax) __________________________________________________
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(Conclusão) _______________________________________________
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Oração:
Memorização do versículo
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Recursos visuais que vão utilizar na lição e versículo:
_________________________________________________________
Fixação da lição (trabalho manual):
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Dramatização:
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RETIRADO DO BLOG TIA VALERIA
http://tiavalerianaescolabiblica.blogspot.com/2008/09/plano-de-aula-para-escola-bblica.html
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
A AÇÃO PEDAGÓGICA DO DIRETOR DA EBD
A AÇÃO PEDAGÓGICA DO DIRETOR DA EBD
Um trabalho além de "abrir e fechar" a Escola Bíblica
Planejamento
Definir os caminhos da ação é fundamental para o desenrolar do processo e um bom começo para a direção da EBD. Esta importante etapa, segundo Danilo Gandin, pode se dar através da caracterização da realidade existente, projeção da realidade desejada e definição das necessidades. Entre o que se tem e o que se quer, há uma distância que pode ser encurtada com a satisfação das necessidades.
· "Planejar é, de fato, definir o que queremos alcançar; verificar a que distância, na prática,estamos deste ideal e decidir o que se vai fazer para encurtar esta distância."
Formação Continuada dos Professores
A direção da EBD precisa ser criteriosa na composição do corpo docente. Os professores devem ser bem escolhidos e preparados. Ser fiel, assíduo, pontual e sujeito da práxis (teoria e prática dialeticamente integradas) são alguns viés do perfil deste educador. O preparo precisa se consolidar através de um programa de formação continuada que contemple ações integradas e progressivamente dinamizadas.
Cremos que um diretor de EBD pode contribuir para a formação de sua equipe, encaminhando, entre outras coisas:
Reunião Pedagógica periódica para estudo, reflexão, troca de experiência, avaliação e redirecionamento da proposta de trabalho.
Visão Panorâmica da Unidade Temática em estudo, para abordagem dos conceitos principais e levantamento de questões para aprofundamento.
Cursos que explorem aspectos diversos, a partir das necessidades dos professores: Interpretação Bíblica; Metodologia de Ensino, Preparação de Aulas; Aprofundamento Teológico; entre outros.
A organização de uma biblioteca básica, adquirindo, pelo menos, a cada período, um comentário bíblico a respeito do assunto em estudo.
A entrega de material complementar como, por exemplo, comentários bíblicos que possam esclarecer o texto a ser estudado.
Pesquisas para levantamento das necessidades.
Ministração do Ensino
Um diretor de EBD precisa incluir em seu plano de ação o acompanhamento do processo ensino-aprendizagem. Não basta definir o que vai ser ensinado, é fundamental que se preocupe com o como vai ser ensinado.
Uma grande dificuldade da Escola Bíblica tem sido justamente o encaminhamento de aulas meramente expositivas, centradas predominantemente no professor. Sendo nossa meta um ensino bíblico com qualidade, devemos considerar a possibilidade de que este aconteça a partir de um trabalho educativo participativo.
O diretor pode ajudar, criando oportunidades, como as que descrevemos anteriormente, em que o corpo docente seja confrontado com uma proposta de ministração de ensino em que se priorize a ação do aluno e do professor. Onde situações de ensino sejam planejadas para possibilitar a participação do aluno de uma forma tão efetiva quanto a do professor. O bom professor é aquele que consegue provocar nos seus alunos uma louca vontade de aprender o tema em estudo. E aprender é construir, é lidar com um conhecimento que se articula a partir de uma idéia mental criativa. Logo, só ouvir não dá conta do processo. É necessário forçar o exercício mental construtivo do aluno.
A AÇÃO PEDAGÓGICA DO DIRETOR DA EBD
Um trabalho além de "abrir e fechar" a Escola Bíblica
Relação Professor-Aluno e Aluno-Aluno
É extremamente valioso quando há um envolvimento maior entre o aluno e o professor. Expresso, inclusive, em experiências da vida real que extrapolem os limites das aulas semanais. É importante que o aluno veja, na prática, na vida do seu professor o que ele ensina. Quando o professor interessa-se pessoalmente pelos seus alunos, aconselhando-os e ajudando-os em tudo o que for possível, está contribuindo decisivamente para um ensino relevante.
Os alunos também precisam ser estimulados ao exercício da mutualidade. Isto é, ministrarem uns aos outros, a fim de construírem a unidade.
Como vemos, o relacionamento interpessoal é um aspecto tremendamente significativo, não podendo deixar de ser considerado pela direção da EBD. Atividades extra-classe, células de comunhão, discipulado... são alguns procedimentos que podem ser encaminhados pelo diretor. Mas, sobretudo, insistir no desenvolvimento de uma relação dialógica, quando, nas aulas, os alunos sentem-se a vontade para colocar suas questões, compartilhar experiências, e o professor, habilmente, aproveita as diferentes falas e situações para a exploração do conceito em estudo. É a busca pelo predomínio da troca, da partilha, da comunhão, do cuidado uns com os outros...
Dinâmica Organizacional
Para que as iniciativas já comentadas provoquem resultados minimamente satisfatórios, torna-se necessário o cuidado com as condições para o trabalho. Nesse sentido, é ação também do diretor atentar, entre outras coisas, para os critérios de formação dos grupos de estudo, a quantidade de alunos possível, o horário de funcionamento, o material que vai ser utilizado e os registros atualizados.
Os grupos de estudos ou as classes, como comumente são chamadas, não devem obrigatoriamente ser divididas por faixa etária e sexo. O que deve definir a organização é a proposta curricular. Um curso básico precisa ser criado para os iniciantes. Após o término do curso básico, comum a jovens e adultos, estes, então, poderão ser inscritos em classes ou departamentos, sem que haja, no entanto, rigidez neste critério e forma. Por que não organizar os grupos por interesses, conhecimentos bíblicos, escolaridade?
Quanto a quantidade ideal de alunos, temos a dizer que os grupos não devem ser grandes. Preferencialmente não exceder a 20 alunos para cada professor. Justamente para facilitar uma ministração de ensino a partir de um trabalho educativo participativo, com o predomínio da relação dialógica e o cultivo de um bom relacionamento interpessoal entre todos.
O horário de funcionamento, assim como o tempo dedicado ao ensino, não devem ficar presos a costumes e hábitos. A Escola Bíblica não tem que necessariamente ser dominical. E o tempo de aula deve ser o maior possível.
Assim como nos demais aspectos, o que deve definir a escolha do material a ser utilizado é a proposta curricular. Esse material, contudo, não pode resumir-se a revista. Verificamos que a utilização da revista é uma prática comum para facilitar e, de certa forma, uniformizar o estudo bíblico ministrado em nossas igrejas. É bom que os alunos possuam um material que lhes auxilie na descoberta e arrumação dos conceitos bíblicos. Podendo ser a revista ou não. O que não é bom é que este material deixe de ser um auxílio e passe a ser um fim em si mesmo. O encaminhamento da aula não pode limitar-se ao estudo da revista. Nosso conteúdo é o teológico, e a Bíblia é o livro-texto. Precisamos, como nos indica Gagliardi Junior,
"...contar com ortodoxia de conteúdo. Isto é ter a Bíblia como o seu livro-texto e ser fiel a ela em seus ensinos e doutrinas."
A organização pedagógica da EBD precisa considerar a utilização de instrumentos que garantam a atualização dos registros: Cadastro dos professores; ficha individual dos alunos; fichário de alunos em perspectiva e anotação das visitas. Estes dados ajudarão nos diferentes encaminhamentos do trabalho.
A AÇÃO PEDAGÓGICA DO DIRETOR DA EBD
Um trabalho além de "abrir e fechar" a Escola Bíblica
Proposta Curricular e Avaliação Periódica
Em vários momentos nos reportamos a necessidade de definição da proposta curricular. Esta se constitui no eixo direcionador do trabalho. O diretor que deseja exercer uma ação significativamente pedagógica, não pode abster-se de se envolver nesta área.
O currículo implica numa série de fatores: alunado a que se destina, realidade, necessidades... Não é tarefa nossa, nesse Encontro, discutir os caminhos de sua construção. Pontuamos, no entanto, a necessidade da direção da EBD ampliar a sua visão em relação a esse aspecto. Um procedimento que pode ajudar bastante, aliviar a carga de responsabilidade do diretor e facilitar a articulação desta construção, é a organização de uma comissão de currículo. Esta comissão pode ser formada pelo pastor da igreja, por um pedagogo e por um professor da EBD. Juntos, encontrarão, mais facilmente, meios de avaliar, pesquisar e definir os ciclos de estudo adequados a realidade e necessidade da igreja.
A avaliação precisa ser assumida como aliada. Com a função de diagnosticar o processo, ela sinalizará os acertos a serem feitos. Assim, o diretor da EBD deve prever a sua prática sempre. Cada ciclo de estudo precisa ser avaliado. Colher, através de pesquisas, a opinião dos alunos sobre o programa e desenvolvimento da classe e sobre o desempenho dos professores, é uma das etapas avaliativas. A outra deve referir-se à aprendizagem, e pode acontecer através de exercícios ou questões subjetivas. O processo avaliativo deve estar intimamente articulado à proposta curricular.
Divulgação
Divulgar a EBD é uma estratégia que, com certeza, influenciará no pedagógico. A criatividade do diretor e sua equipe produzirá boas idéias. Para exemplificar, contudo, destacamos algumas dicas sinalizadas por Olga Nogueira Sant’Anna em seu artigo: Por onde recomeçar?
Cartas aos faltosos e membros da igreja que não são alunos, convidando para novos cursos, classes ou projetos que foram planejados.
Cartazes, faixas, mural da EBD, boletim da EBD, etc.
Um diretor de Escola Bíblica que não deseja reduzir a sua ação ao ato de abri-la e fechá-la, tem pela frente uma longa jornada, perpassada de muitos caminhos e descaminhos. O trabalho coletivo é uma saída. Aliar-se a pessoas da igreja que militam na área de educação, mas sobretudo, com experiência de vida cristã, é uma atitude a ser buscada.
São muitas as propostas e grandes os desafios. Esperamos que o Senhor nos capacite e nos ajude a ampliar nossa visão e alcançar novos horizontes em educação religiosa.
Sugestão de Leitura
GAGLIARDI Jr., Angelo. Educação religiosa relevante. Rio de Janeiro: Vinde, 1993.
_____________________. Você acredita em escola dominical? Niterói, RJ: Vinde, 1985.
GANDIN, Danilo e CRUZ, Carlos H. Carrilho. Planejamento na sala de aula. Porto Alegre,1995.
HENDRICKIS, Howard. Ensinando para transformar vidas. Belo Horizonte: Betânia, 1991.
PASTORES LÍDERES DA NOVA ESCOLA DOMINICAL
Pr. Eliezer Morais
O sucesso da Escola Bíblica Dominical depende, em grande parte, do pastor e da sua iniciativa. Isto quer dizer que toda E.B.D está esperando receber o apoio e a direção positiva do líder da igreja - o pastor. A E.B.D., afinal, é mais que uma organização da igreja. É a própria igreja dividida em grupos para o estudo da Bíblia.
O pastor, contudo, não faz o trabalho sozinho. Ele precisa de auxiliares. Quais os auxiliares dele nesta tarefa? Qual o relacionamento que mantêm com eles? Como ele consegue dar direção positiva à escola?
Sugerimos quatro "horas" em que o pastor pode ajudar a sua Escola Bíblica Dominical.
I. TODA HORA ELE É LÍDER
O pastor não pode escapar de seu papel de líder da igreja. Ou ele exerce e a igreja progride, ou deixa de exercê-lo e a igreja sofre. Mas ele permanece o líder.
O pastor e o superintendente da Escola Bíblica Dominical trabalham em conjunto. Um precisa muito do outro. Eles devem traçar juntos os planos para a sua Escola, estudar juntos os meios para solucionar os problemas e proporcionar uma orientação sábia para ela.
O pastor deve informar-se sobre o que existe na área de estudo bíblico. Se ele vai orientar os membros e os professores no bom uso do material de ensino, primeiro precisa ser informado. Deve conhecer bem as revistas e outros materiais de ensino para cada idade.
II. A HORA DO PÚLPITO
O púlpito é o lugar da pregação. Mas pela sua natureza , a pregação tem elementos fortemente didáticos. O pastor, portanto, ensina muito quando prega. Ele é o primeiro professor da igreja. Serve de modelo para os demais professores da igreja. E, com o passar dos anos, esses começam a ensinar como ele ensina.
Quando o pastor está no púlpito os seus "sonhos" se revelam. O entusiasmo dele se torna contagiante. Ele desafia o seu povo e leva-o a novas determinações. Ele reconhece que o trabalho é de Deus, mas também que Deus usa muito mais quem está otimista e que tem uma disposição para trabalhar.
O pastor faz uso do púlpito para promover o trabalho da igreja. Nessa promoção devem ser incluídas as atividades da Escola Bíblica Dominical. É um assunto digno de ser falado e promovido de qualquer púlpito. A palavra do pastor vale muito e ele deve sempre aproveitar essa hora excelente para encorajar o estudo da Palavra de Deus.
III. A HORA DO TREINAMENTO DOS OBREIROS
Paulo, escrevendo para o jovem pastor Timóteo, falou da necessidade de preparo para apresentar-se "diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade".(2Tm 2.15)
Ninguém discute a necessidade de o pastor se preparar. Da mesma forma, os professores da Escola Bíblica Dominical precisam de preparo.
E o pastor é a pessoa mais indicada para iniciar e orientar esse departamento.
Feliz é a escola que faz cursos e seminários periodicamente para treinar e atualizar os seus obreiros.
Ainda mais, a Escola Bíblica Dominical que tem um encontro semanal dos professores com o pastor, para o estudo da lição.
IV. A HORA DO ESTUDO BÍBLICO
A hora da Escola Bíblica Dominical não é hora para o pastor se esconder. É hora para ele conhecer a sua EBD e ser reconhecido por ela. Que pastor não gostaria de ser amigo das criancinhas da igreja? Qual a criancinha que não gostaria de ver e conhecer de perto o seu pastor? E os adultos, os jovens, e mesmo os adolescentes não gostariam de ter, de quando em quando, o seu pastor presente na sua sala?
O pastor é um líder de líderes. O seu ministério se amplia à medida que ele conhece e consegue alistar e treinar outras pessoas. E a Escola Bíblica Dominical pode ser a sua melhor base de operações. Feliz é a igreja cujo pastor é também pastor da Escola Bíblica Dominical!
http://www.escoladominical.com.br/
FONTE
WWW.EBDWEB.COM.BR
Um trabalho além de "abrir e fechar" a Escola Bíblica
Planejamento
Definir os caminhos da ação é fundamental para o desenrolar do processo e um bom começo para a direção da EBD. Esta importante etapa, segundo Danilo Gandin, pode se dar através da caracterização da realidade existente, projeção da realidade desejada e definição das necessidades. Entre o que se tem e o que se quer, há uma distância que pode ser encurtada com a satisfação das necessidades.
· "Planejar é, de fato, definir o que queremos alcançar; verificar a que distância, na prática,estamos deste ideal e decidir o que se vai fazer para encurtar esta distância."
Formação Continuada dos Professores
A direção da EBD precisa ser criteriosa na composição do corpo docente. Os professores devem ser bem escolhidos e preparados. Ser fiel, assíduo, pontual e sujeito da práxis (teoria e prática dialeticamente integradas) são alguns viés do perfil deste educador. O preparo precisa se consolidar através de um programa de formação continuada que contemple ações integradas e progressivamente dinamizadas.
Cremos que um diretor de EBD pode contribuir para a formação de sua equipe, encaminhando, entre outras coisas:
Reunião Pedagógica periódica para estudo, reflexão, troca de experiência, avaliação e redirecionamento da proposta de trabalho.
Visão Panorâmica da Unidade Temática em estudo, para abordagem dos conceitos principais e levantamento de questões para aprofundamento.
Cursos que explorem aspectos diversos, a partir das necessidades dos professores: Interpretação Bíblica; Metodologia de Ensino, Preparação de Aulas; Aprofundamento Teológico; entre outros.
A organização de uma biblioteca básica, adquirindo, pelo menos, a cada período, um comentário bíblico a respeito do assunto em estudo.
A entrega de material complementar como, por exemplo, comentários bíblicos que possam esclarecer o texto a ser estudado.
Pesquisas para levantamento das necessidades.
Ministração do Ensino
Um diretor de EBD precisa incluir em seu plano de ação o acompanhamento do processo ensino-aprendizagem. Não basta definir o que vai ser ensinado, é fundamental que se preocupe com o como vai ser ensinado.
Uma grande dificuldade da Escola Bíblica tem sido justamente o encaminhamento de aulas meramente expositivas, centradas predominantemente no professor. Sendo nossa meta um ensino bíblico com qualidade, devemos considerar a possibilidade de que este aconteça a partir de um trabalho educativo participativo.
O diretor pode ajudar, criando oportunidades, como as que descrevemos anteriormente, em que o corpo docente seja confrontado com uma proposta de ministração de ensino em que se priorize a ação do aluno e do professor. Onde situações de ensino sejam planejadas para possibilitar a participação do aluno de uma forma tão efetiva quanto a do professor. O bom professor é aquele que consegue provocar nos seus alunos uma louca vontade de aprender o tema em estudo. E aprender é construir, é lidar com um conhecimento que se articula a partir de uma idéia mental criativa. Logo, só ouvir não dá conta do processo. É necessário forçar o exercício mental construtivo do aluno.
A AÇÃO PEDAGÓGICA DO DIRETOR DA EBD
Um trabalho além de "abrir e fechar" a Escola Bíblica
Relação Professor-Aluno e Aluno-Aluno
É extremamente valioso quando há um envolvimento maior entre o aluno e o professor. Expresso, inclusive, em experiências da vida real que extrapolem os limites das aulas semanais. É importante que o aluno veja, na prática, na vida do seu professor o que ele ensina. Quando o professor interessa-se pessoalmente pelos seus alunos, aconselhando-os e ajudando-os em tudo o que for possível, está contribuindo decisivamente para um ensino relevante.
Os alunos também precisam ser estimulados ao exercício da mutualidade. Isto é, ministrarem uns aos outros, a fim de construírem a unidade.
Como vemos, o relacionamento interpessoal é um aspecto tremendamente significativo, não podendo deixar de ser considerado pela direção da EBD. Atividades extra-classe, células de comunhão, discipulado... são alguns procedimentos que podem ser encaminhados pelo diretor. Mas, sobretudo, insistir no desenvolvimento de uma relação dialógica, quando, nas aulas, os alunos sentem-se a vontade para colocar suas questões, compartilhar experiências, e o professor, habilmente, aproveita as diferentes falas e situações para a exploração do conceito em estudo. É a busca pelo predomínio da troca, da partilha, da comunhão, do cuidado uns com os outros...
Dinâmica Organizacional
Para que as iniciativas já comentadas provoquem resultados minimamente satisfatórios, torna-se necessário o cuidado com as condições para o trabalho. Nesse sentido, é ação também do diretor atentar, entre outras coisas, para os critérios de formação dos grupos de estudo, a quantidade de alunos possível, o horário de funcionamento, o material que vai ser utilizado e os registros atualizados.
Os grupos de estudos ou as classes, como comumente são chamadas, não devem obrigatoriamente ser divididas por faixa etária e sexo. O que deve definir a organização é a proposta curricular. Um curso básico precisa ser criado para os iniciantes. Após o término do curso básico, comum a jovens e adultos, estes, então, poderão ser inscritos em classes ou departamentos, sem que haja, no entanto, rigidez neste critério e forma. Por que não organizar os grupos por interesses, conhecimentos bíblicos, escolaridade?
Quanto a quantidade ideal de alunos, temos a dizer que os grupos não devem ser grandes. Preferencialmente não exceder a 20 alunos para cada professor. Justamente para facilitar uma ministração de ensino a partir de um trabalho educativo participativo, com o predomínio da relação dialógica e o cultivo de um bom relacionamento interpessoal entre todos.
O horário de funcionamento, assim como o tempo dedicado ao ensino, não devem ficar presos a costumes e hábitos. A Escola Bíblica não tem que necessariamente ser dominical. E o tempo de aula deve ser o maior possível.
Assim como nos demais aspectos, o que deve definir a escolha do material a ser utilizado é a proposta curricular. Esse material, contudo, não pode resumir-se a revista. Verificamos que a utilização da revista é uma prática comum para facilitar e, de certa forma, uniformizar o estudo bíblico ministrado em nossas igrejas. É bom que os alunos possuam um material que lhes auxilie na descoberta e arrumação dos conceitos bíblicos. Podendo ser a revista ou não. O que não é bom é que este material deixe de ser um auxílio e passe a ser um fim em si mesmo. O encaminhamento da aula não pode limitar-se ao estudo da revista. Nosso conteúdo é o teológico, e a Bíblia é o livro-texto. Precisamos, como nos indica Gagliardi Junior,
"...contar com ortodoxia de conteúdo. Isto é ter a Bíblia como o seu livro-texto e ser fiel a ela em seus ensinos e doutrinas."
A organização pedagógica da EBD precisa considerar a utilização de instrumentos que garantam a atualização dos registros: Cadastro dos professores; ficha individual dos alunos; fichário de alunos em perspectiva e anotação das visitas. Estes dados ajudarão nos diferentes encaminhamentos do trabalho.
A AÇÃO PEDAGÓGICA DO DIRETOR DA EBD
Um trabalho além de "abrir e fechar" a Escola Bíblica
Proposta Curricular e Avaliação Periódica
Em vários momentos nos reportamos a necessidade de definição da proposta curricular. Esta se constitui no eixo direcionador do trabalho. O diretor que deseja exercer uma ação significativamente pedagógica, não pode abster-se de se envolver nesta área.
O currículo implica numa série de fatores: alunado a que se destina, realidade, necessidades... Não é tarefa nossa, nesse Encontro, discutir os caminhos de sua construção. Pontuamos, no entanto, a necessidade da direção da EBD ampliar a sua visão em relação a esse aspecto. Um procedimento que pode ajudar bastante, aliviar a carga de responsabilidade do diretor e facilitar a articulação desta construção, é a organização de uma comissão de currículo. Esta comissão pode ser formada pelo pastor da igreja, por um pedagogo e por um professor da EBD. Juntos, encontrarão, mais facilmente, meios de avaliar, pesquisar e definir os ciclos de estudo adequados a realidade e necessidade da igreja.
A avaliação precisa ser assumida como aliada. Com a função de diagnosticar o processo, ela sinalizará os acertos a serem feitos. Assim, o diretor da EBD deve prever a sua prática sempre. Cada ciclo de estudo precisa ser avaliado. Colher, através de pesquisas, a opinião dos alunos sobre o programa e desenvolvimento da classe e sobre o desempenho dos professores, é uma das etapas avaliativas. A outra deve referir-se à aprendizagem, e pode acontecer através de exercícios ou questões subjetivas. O processo avaliativo deve estar intimamente articulado à proposta curricular.
Divulgação
Divulgar a EBD é uma estratégia que, com certeza, influenciará no pedagógico. A criatividade do diretor e sua equipe produzirá boas idéias. Para exemplificar, contudo, destacamos algumas dicas sinalizadas por Olga Nogueira Sant’Anna em seu artigo: Por onde recomeçar?
Cartas aos faltosos e membros da igreja que não são alunos, convidando para novos cursos, classes ou projetos que foram planejados.
Cartazes, faixas, mural da EBD, boletim da EBD, etc.
Um diretor de Escola Bíblica que não deseja reduzir a sua ação ao ato de abri-la e fechá-la, tem pela frente uma longa jornada, perpassada de muitos caminhos e descaminhos. O trabalho coletivo é uma saída. Aliar-se a pessoas da igreja que militam na área de educação, mas sobretudo, com experiência de vida cristã, é uma atitude a ser buscada.
São muitas as propostas e grandes os desafios. Esperamos que o Senhor nos capacite e nos ajude a ampliar nossa visão e alcançar novos horizontes em educação religiosa.
Sugestão de Leitura
GAGLIARDI Jr., Angelo. Educação religiosa relevante. Rio de Janeiro: Vinde, 1993.
_____________________. Você acredita em escola dominical? Niterói, RJ: Vinde, 1985.
GANDIN, Danilo e CRUZ, Carlos H. Carrilho. Planejamento na sala de aula. Porto Alegre,1995.
HENDRICKIS, Howard. Ensinando para transformar vidas. Belo Horizonte: Betânia, 1991.
PASTORES LÍDERES DA NOVA ESCOLA DOMINICAL
Pr. Eliezer Morais
O sucesso da Escola Bíblica Dominical depende, em grande parte, do pastor e da sua iniciativa. Isto quer dizer que toda E.B.D está esperando receber o apoio e a direção positiva do líder da igreja - o pastor. A E.B.D., afinal, é mais que uma organização da igreja. É a própria igreja dividida em grupos para o estudo da Bíblia.
O pastor, contudo, não faz o trabalho sozinho. Ele precisa de auxiliares. Quais os auxiliares dele nesta tarefa? Qual o relacionamento que mantêm com eles? Como ele consegue dar direção positiva à escola?
Sugerimos quatro "horas" em que o pastor pode ajudar a sua Escola Bíblica Dominical.
I. TODA HORA ELE É LÍDER
O pastor não pode escapar de seu papel de líder da igreja. Ou ele exerce e a igreja progride, ou deixa de exercê-lo e a igreja sofre. Mas ele permanece o líder.
O pastor e o superintendente da Escola Bíblica Dominical trabalham em conjunto. Um precisa muito do outro. Eles devem traçar juntos os planos para a sua Escola, estudar juntos os meios para solucionar os problemas e proporcionar uma orientação sábia para ela.
O pastor deve informar-se sobre o que existe na área de estudo bíblico. Se ele vai orientar os membros e os professores no bom uso do material de ensino, primeiro precisa ser informado. Deve conhecer bem as revistas e outros materiais de ensino para cada idade.
II. A HORA DO PÚLPITO
O púlpito é o lugar da pregação. Mas pela sua natureza , a pregação tem elementos fortemente didáticos. O pastor, portanto, ensina muito quando prega. Ele é o primeiro professor da igreja. Serve de modelo para os demais professores da igreja. E, com o passar dos anos, esses começam a ensinar como ele ensina.
Quando o pastor está no púlpito os seus "sonhos" se revelam. O entusiasmo dele se torna contagiante. Ele desafia o seu povo e leva-o a novas determinações. Ele reconhece que o trabalho é de Deus, mas também que Deus usa muito mais quem está otimista e que tem uma disposição para trabalhar.
O pastor faz uso do púlpito para promover o trabalho da igreja. Nessa promoção devem ser incluídas as atividades da Escola Bíblica Dominical. É um assunto digno de ser falado e promovido de qualquer púlpito. A palavra do pastor vale muito e ele deve sempre aproveitar essa hora excelente para encorajar o estudo da Palavra de Deus.
III. A HORA DO TREINAMENTO DOS OBREIROS
Paulo, escrevendo para o jovem pastor Timóteo, falou da necessidade de preparo para apresentar-se "diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade".(2Tm 2.15)
Ninguém discute a necessidade de o pastor se preparar. Da mesma forma, os professores da Escola Bíblica Dominical precisam de preparo.
E o pastor é a pessoa mais indicada para iniciar e orientar esse departamento.
Feliz é a escola que faz cursos e seminários periodicamente para treinar e atualizar os seus obreiros.
Ainda mais, a Escola Bíblica Dominical que tem um encontro semanal dos professores com o pastor, para o estudo da lição.
IV. A HORA DO ESTUDO BÍBLICO
A hora da Escola Bíblica Dominical não é hora para o pastor se esconder. É hora para ele conhecer a sua EBD e ser reconhecido por ela. Que pastor não gostaria de ser amigo das criancinhas da igreja? Qual a criancinha que não gostaria de ver e conhecer de perto o seu pastor? E os adultos, os jovens, e mesmo os adolescentes não gostariam de ter, de quando em quando, o seu pastor presente na sua sala?
O pastor é um líder de líderes. O seu ministério se amplia à medida que ele conhece e consegue alistar e treinar outras pessoas. E a Escola Bíblica Dominical pode ser a sua melhor base de operações. Feliz é a igreja cujo pastor é também pastor da Escola Bíblica Dominical!
http://www.escoladominical.com.br/
FONTE
WWW.EBDWEB.COM.BR
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
dicas para emagrecer
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http://corpoacorpo.uol.com.br/Edicoes/196/artigo6817-2.asp
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Dicas de blogueiras
As ex-gordinhas fazem questão de estampar em seus blogs truques e macetes para quem não quer burlar a dieta. Veja os mais importantes:
As ex-gordinhas fazem questão de estampar em seus blogs truques e macetes para quem não quer burlar a dieta. Veja os mais importantes:
1. Compre roupas abaixo do seu número. Você vai querer entrar nelas.
2. Nunca passe fome. Esse tipo de dieta com muito sacrifício é coisa do passado.
3. Não se pese todo dia, é tortura. Uma vez por semana costuma ser suficiente.
4. Coma em pratos rasos e pequenos.
5. Festinhas: jante antes de ir. Lá, lembre-se de que já comeu e está satisfeita.
6. Quer ingerir chocolate? Pode, sim! Mas um bem pequeno...
7. Emagrecer rápido? Isso não existe! Depois acaba voltando tudo em dobro e você ainda fica flácida.
8. Tome muita água. O segredo é deixar uma garrafinha sempre por perto.
9. Tenha uma meta de emagrecimento, do tipo 'entrar naquele biquíni maravilhoso'.
10. Doe tudo o que é grande do seu guardaroupa. Afinal, você nunca mais irá usar, certo?
11. Olhe-se no espelho e se ame! Pense em tudo o que vai acontecer quando finalmente emagrecer.
12. Coma bem devagarzinho. O corpo demora 20 minutos para assimilar que está alimentado e satisfeito.
13. Preencha seu tempo com tudo que é bom, menos atacando a geladeira!
14. Prepare sua comida com prazer.
15. Não coma só porque é gostoso, pense também no que é saudável.
16. Não espere nada dos outros. Emagrecer depende apenas de você.
17. Deslizes acontecem, mas eles também são mais um degrau na sua conquista.
18. Fuja dos remédios para emagrecer, eles fazem mal. Você consegue sozinha.
19. Deixe perto de onde faz as refeições fotos suas fora de forma. Pra lembrar sempre...
20. Pense em coisas boas: comprar roupas em qualquer lugar, ter o seu número, se sentir bem e saudável, ser paquerada, arrumar um namorado, se gostar e ser uma nova mulher.
2. Nunca passe fome. Esse tipo de dieta com muito sacrifício é coisa do passado.
3. Não se pese todo dia, é tortura. Uma vez por semana costuma ser suficiente.
4. Coma em pratos rasos e pequenos.
5. Festinhas: jante antes de ir. Lá, lembre-se de que já comeu e está satisfeita.
6. Quer ingerir chocolate? Pode, sim! Mas um bem pequeno...
7. Emagrecer rápido? Isso não existe! Depois acaba voltando tudo em dobro e você ainda fica flácida.
8. Tome muita água. O segredo é deixar uma garrafinha sempre por perto.
9. Tenha uma meta de emagrecimento, do tipo 'entrar naquele biquíni maravilhoso'.
10. Doe tudo o que é grande do seu guardaroupa. Afinal, você nunca mais irá usar, certo?
11. Olhe-se no espelho e se ame! Pense em tudo o que vai acontecer quando finalmente emagrecer.
12. Coma bem devagarzinho. O corpo demora 20 minutos para assimilar que está alimentado e satisfeito.
13. Preencha seu tempo com tudo que é bom, menos atacando a geladeira!
14. Prepare sua comida com prazer.
15. Não coma só porque é gostoso, pense também no que é saudável.
16. Não espere nada dos outros. Emagrecer depende apenas de você.
17. Deslizes acontecem, mas eles também são mais um degrau na sua conquista.
18. Fuja dos remédios para emagrecer, eles fazem mal. Você consegue sozinha.
19. Deixe perto de onde faz as refeições fotos suas fora de forma. Pra lembrar sempre...
20. Pense em coisas boas: comprar roupas em qualquer lugar, ter o seu número, se sentir bem e saudável, ser paquerada, arrumar um namorado, se gostar e ser uma nova mulher.
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